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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Divindade
Soberano profundo e absoluto,
Orador apaixonante e carismático.
O ser mais que humano de luz,
Coberto de abundante divindade.
Amigo eterno, pai, um rei espírito,
Arrancando da raiz profunda
O tormento em redor não permitido.
Curando os perdidos,
Multiplicando felicidades,
Dividindo sabedoria,
Milagriando o rebanho desordenado.
Suturando as feridas da humanidade.
Um mortal eterno, uma alma purificada,
Embalando os dizeres da palavra dada.
de tal sabiedade quão se pode imaginar
E para eternamente crer, ser, seguir e amar.
Nara Ferreira
Cotijuba, 05 de Maio de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Tentativas.
Estender a mão ao vazio,
Reparar no envelhecimento precoce,
No parecer de sinais frágeis das linhas do tempo,
Devido a falta de escritos mágicos,
Que renovam a alma e seus escassos.
Buscar entre muros
e escuros buracos do corpo
a beleza escondida,
Que relembre dias de glória,
Paixões soberbas,
Amores sem história.
Refletir nas marcas
que agridem a integridade,
Surtando em devarios constantes
As mentes manipulas.
Crer em UM e perceber
a fragilidade da vida,.
O percorrer apressado,
de passos cansados,
a adormecer.
Reparar no envelhecimento precoce,
No parecer de sinais frágeis das linhas do tempo,
Devido a falta de escritos mágicos,
Que renovam a alma e seus escassos.
Buscar entre muros
e escuros buracos do corpo
a beleza escondida,
Que relembre dias de glória,
Paixões soberbas,
Amores sem história.
Refletir nas marcas
que agridem a integridade,
Surtando em devarios constantes
As mentes manipulas.
Crer em UM e perceber
a fragilidade da vida,.
O percorrer apressado,
de passos cansados,
a adormecer.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
16 de Fevereiro de 2010
Saudades do amanhã
E quando a manhã não vem
Resta o sofrer calado do anoitecer,
Que permanece em determinado estado de preguidão.
Escurecendo as idéias,
Os poemas,
A solidão,
Amendrontando quem vos chama
Rei da escuridão.
Então o dia amanhece,
Escorre por entre seus dedos
Toda a volúpia e felicidade.
Rejuvenesce três horas por dia,
Baila entre flores e galhos,
Sorrindo estrelas cadentes,
Sorvendo as lágrimas nas flores derramadas.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
Resta o sofrer calado do anoitecer,
Que permanece em determinado estado de preguidão.
Escurecendo as idéias,
Os poemas,
A solidão,
Amendrontando quem vos chama
Rei da escuridão.
Então o dia amanhece,
Escorre por entre seus dedos
Toda a volúpia e felicidade.
Rejuvenesce três horas por dia,
Baila entre flores e galhos,
Sorrindo estrelas cadentes,
Sorvendo as lágrimas nas flores derramadas.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
Descanso
Casas brancas,
Lençois sujos,
Mobilia dançante,
No embalo da sonoridade
do eterno amanhecer.
Ritmo de decorações sortidas,
Festas contidas,
Guardadas em tábuas assoalhadas,
Que pela poeira encharcada,
Soberbas segredantes da realidade.
Se não o que há?
E o que vir?
Virá.
Através da janela exposta,
No mesmo quarto,
Que o ser humano repousa.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
Lençois sujos,
Mobilia dançante,
No embalo da sonoridade
do eterno amanhecer.
Ritmo de decorações sortidas,
Festas contidas,
Guardadas em tábuas assoalhadas,
Que pela poeira encharcada,
Soberbas segredantes da realidade.
Se não o que há?
E o que vir?
Virá.
Através da janela exposta,
No mesmo quarto,
Que o ser humano repousa.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
Ovulado
O Cheiro de maternidade,
corroendo as entranhas
da minha sanidade.
Despertando o adormecido sonho,
de um sorriso de criança.
A necessidade de um outro ser,
frágil, em braços de uma mãe forte.
Completando os estimulos
da verdadeira identidade.
Que no intimo se acaba,
esquecida pelos restos sofridos da humanidade.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
corroendo as entranhas
da minha sanidade.
Despertando o adormecido sonho,
de um sorriso de criança.
A necessidade de um outro ser,
frágil, em braços de uma mãe forte.
Completando os estimulos
da verdadeira identidade.
Que no intimo se acaba,
esquecida pelos restos sofridos da humanidade.
Nara Ferreira
16 de Fevereiro de 2010
O ser de mim
Compostos sem nexos,
Deslexos,
Assombros contentes,
Sorrisos ferventes,
Solidas maneiras de ser e pensar,
Sentimentos confusos,
Que no silencio profundo,
Tormentas em vales de pesar...
Nara Ferreira
30 de Janeiro de 2010
Vazio
Minha alma chora,
Pedindo um abraco,
E minha boca silencia,
O que meu corpo implora.
Seja pelo vazio da mente,
Ou por ter a saudade ausente,
Meu coracao sufoca.
O sorriso desaparece ao vento,
Cortando os insuportaveis pulsos dos dias,
Meus lábios secando sem desejos,
O veneno invadindo meus olhos,
Tornando cego meu desespero.
No entardecer sombrio do meu ser,
O corpo estendido no vazio do meu lar,
Implora por noites de prazer,
Mendigando amores no crepuscular.
Sem na verdade viver,
Apenas movendo-se,
Com quantidades exatas de ar,
O relógio da vida correndo,
E nada muda de lugar,
É o fim e assim será..
Nara Ferreira
11 de Janeiro de 2010
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Progresso
As lágrimas secaram,
No meu rosto cálido,
Vislumbres de um sorriso a nascer,
Tornando sensata a loucura em minha mente,
Envelhecendo as palavras do meu ser.
Torne-me madura a cada mordida em meu intimo,
E se me calo ou sussurro palavras,
È pra gritar a saudade de proezar.
Não sinto em mim a mudança ,
Que meu coração insiste em permanecer,
Mas meus olhos refletem o progresso ,
No novo caminho do meu viver.
Nara Ferreira
17 de Novembro de 2009
No meu rosto cálido,
Vislumbres de um sorriso a nascer,
Tornando sensata a loucura em minha mente,
Envelhecendo as palavras do meu ser.
Torne-me madura a cada mordida em meu intimo,
E se me calo ou sussurro palavras,
È pra gritar a saudade de proezar.
Não sinto em mim a mudança ,
Que meu coração insiste em permanecer,
Mas meus olhos refletem o progresso ,
No novo caminho do meu viver.
Nara Ferreira
17 de Novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Tormento
No sussurro cálido de um coração infantil,
Desvairada maneira de se confessar,
No anoitecer contínuo do meu ser,
A solidão profunda de um novo luar.
Se no tormento dos lençóis agonizantes,
Sufoca a lembrança de um antigo prazer,
Salgadas são as lágrimas do meu pranto,
Nesse sonho vazio, do silencioso sofrer.
E quando não restam forças,
As feridas marcadas começam a apodrecer,
Queimando meus risos e cartas,
Apagando os resquícios do meu amanhecer.
Nara Ferreira
07 de Novembro de 2009
Desvairada maneira de se confessar,
No anoitecer contínuo do meu ser,
A solidão profunda de um novo luar.
Se no tormento dos lençóis agonizantes,
Sufoca a lembrança de um antigo prazer,
Salgadas são as lágrimas do meu pranto,
Nesse sonho vazio, do silencioso sofrer.
E quando não restam forças,
As feridas marcadas começam a apodrecer,
Queimando meus risos e cartas,
Apagando os resquícios do meu amanhecer.
Nara Ferreira
07 de Novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
Despedida Do Amor
No dia em que você entrou na minha vida,
Não consegui tirar esse sentimento de mim.
Você acabou com meus sonhos, minha esperança divina,
Com meu amanhecer.
E o que sobrou em mim se não as folhas secas no jardim.
O silêncio que ainda paira sobre a cama,
Nas noites agoniantes em que busco uma companhia por prazer.
O que me resta se não te esquecer,
Já que no fim o que machuca não é a ausência e sim as lembranças.
De todos os momentos. dos sonhos, dos pensamentos.
Não quero que na ausência de meus beijos,
Seja acobertado por estranhos sabor,
Quero que permaneça com meu cheiro.
No nosso antigo ninho de amor.
Adeus.
Nara Ferreira
03 de Outubro de 2009
Não consegui tirar esse sentimento de mim.
Você acabou com meus sonhos, minha esperança divina,
Com meu amanhecer.
E o que sobrou em mim se não as folhas secas no jardim.
O silêncio que ainda paira sobre a cama,
Nas noites agoniantes em que busco uma companhia por prazer.
O que me resta se não te esquecer,
Já que no fim o que machuca não é a ausência e sim as lembranças.
De todos os momentos. dos sonhos, dos pensamentos.
Não quero que na ausência de meus beijos,
Seja acobertado por estranhos sabor,
Quero que permaneça com meu cheiro.
No nosso antigo ninho de amor.
Adeus.
Nara Ferreira
03 de Outubro de 2009
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Consumida pela tristeza
Homem Mudo
Súplica de um ser apaixonado

Não sei mais o que fazer,
Pra você gostar de mim.
O que eu tenho que dizer,
Pra você ficar aqui?
Me deseje,
Não me deixe,
Eu só quero ter você.
Me namore,
Aproveite,
Enquanto ainda estou aqui.
Não me renegue,
Esse é meu desejo,
Pra que mantenha tudo em mim.
Um sorriso,
Nada mais que isso,
Eu te peço,
Pra sobreviver no inferno do meu fim.
Nara Ferreira
9 de Setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Sufoco

Não querer é simples e direto,
Viajantes das nuvens do solo,
Não penumbra, no anoitecer na sala imunda,
Rostos inertes se desfazem sobre a pele confulsa.
Se no amanhecer não aparecer sol,
Desespero carrega os gritos de prazer,
Soprando um vislumbre do culpado lençol,
Que sufoca as dores do senhor amanhecer.
Saidos de bocas imundas,
Exalando excrementos por sobre as cobertas do ser.
Nara Ferreira
03 de Setembro de 2009
Cicatriz
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Adeus!

Nada tenho a dizer
Talvez apenas adeus seja suficiente,
Não sei em quanto tempo voltareis
Mas vou ficar um tempo ausente.
Aqueles que me amam e se importam comigo,
Eu agradecerei eternamente,
Pelo carinho,
Pela dedicação,
Pela presença,
Aqueles que me odeiam,
Nada tenho a dizer,
Não merecem nenhum segundo do meu tempo.
Aqueles a quem eu amo,
Eu só posso dizer,
Que por vocês eu luto,
Por vocês eu cresço,
Por vocês eu permaneço presente,
E para todos que um dia me conheceram,
Ou apenas ouviram falar de mim...
Ou nunca chegaram a me conhecer.
Eu só digo sinto muito
Vocês nunca conhecerão Nara Ferreira
Pois neste momento ela não existe mais.
Adeus a todos... Sejam felizes sempre...
De Uma poetisa de coração ferido Nara Ferreira...
Em 27 de Agosto de 2009
Imortal

Não prescisamos de solução final,
Apenas de um soluço qualquer,
Sem vida, sem amigos, sem mulher,
Pra que viver se não tem o que quer?
Dias intermináveis se arrastam,
Ver pessoas indo, sofrendo, partindo,
Sem poder ajudar, sendo egoísta,
Sobrevivendo apenas uno,
Sempre, sempre sozinho.
Pra que a liberdade,
Da eterna vida,
Quando de um sopro divino,
A vida se desfaz,
Sem devolver o sentido.
De que vale viver para sempre.
Quando tudo que nós tememos,
Permanecerá vivo em nossas mentes.
Nara Ferreira
30 de Agosto de 2009
Não há cura...

Quando você me deixou,
Eu não deixei cair uma lágrima,
Eu não senti dor,
Foi mais conveniente pra nós dois.
Sem despedidas,
Sorrisos ou promessas de uma nova vida,
Você simplesmente se foi e não olhou para trás,
Eu fiquei paralisada no lugar,
Sem nem agir ou pensar.
Deixei apenas a dor chegar...
Quando minha consciência voltou,
Restou apenas uma marca de tudo que passou,
É apenas uma ferida,
Que não cura,
É uma ferida de amor...
Nara Ferreira
31 de Agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Sem Explicação

O amor não tem explicação,
A gente apenas sente,
E tudo muda de uma hora pra outra,
O mundo se torna diferente,
As horas intermináveis,
A quentura queima as feridas,
As dores causam dano à face.
A vida não tem explicação,
Nós apenas vivemos,
Não perguntamos à razão,
Às vezes brinca com a gente,
Trás coisas boas e outras sem coração,
Brinca com nosso destino,
Não pede permissão.
A amizade não tem explicação,
Ela começa com um aperto de mão,
É surpreendentemente inesquecível,
Torna-nos dependentes,
Felizes, unidos e às vezes perdidos,
E se esvai um dia,
Quebra as promessas,
Desfaz os laços unidos.
A paixão não tem explicação,
Quentura, alarde no coração,
Pernas tremendo, mãos frias,
Batimentos descompassados,
Às vezes se torna impossível,
Começa fazendo estardalhaço.
Pessoas sofrem no caminho,
Algumas se dão bem e se casam.
A dor não tem explicação
Mas a gente sente
E como sente...
È tão profunda e ardente
Não nos deixa esquecer nenhum momento,
Lembra-nos dos ferimentos,
Agarra-nos em um mundo de sofrimento...
Nara Ferreira
Terminei em 25 de Agosto de 2009
No escuro

A luz apagou,
Tudo que eu queria era amor,
Segurando uma vela ardendo em chamas de paixão,
Sigo na escuridão,
Sem perceber ou pensar,
Deixando meus pés me guiar,
Buscando um novo companheiro,
Que possa me livrar ,
Da dor da perda, do pesar,
Que me abrace, me aqueça, me faça flutuar,
Que me deseje, e não me esqueça,
Diga que me ama e não desapareça,
Que fique comigo até o medo passar.
E a vela se apaga,
Me deixa no escuro,
Sem rumo,
Não me deixa enxergar,
E eu nesse escuro,
Me ponho a pensar,
Na face esquecida,
No meu amor perdido,
Me desato a chorar.
A luz não volta,
A Solidão me afoga,
E no escuro do quarto,
Eu começo a rezar.
Nara Ferreira
Terminei em 25 de Agosto de 2009
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